O Serviço de Ciência da Fundação Calouste Gulbenkian, em colaboração com a Ciência Viva, realiza no Auditório 2 da Fundação Calouste Gulbenkian (Av. de Berna, 45 A) a conferência - AQUECIMENTO GLOBAL: A CAMINHO DA AUTODESTRUIÇÃO OU DA ENGENHARIA CLIMÁTICA PLANETÁRIA - que terá lugar no dia 18 de Junho, às 18h00, e será proferida pelo Prof. Doutor Ricardo Aguiar, do INETI - Instituto Nacional de Engenharia, Tecnologia e Inovação


O escritório frances de arquitetura Serero, mesmo sem a solicitação da SETE - Sociétéd’Exploitation de la Tour Eiffel - submeteu um polêmico projeto intitulado Eiffel DNA, para reconsiderar a inovação na França.
Ao constatar o grande número de pessoas que sobem diariamente à Torre Eiffel, os problemas de gerenciamento e recepção aos visitantes (95% querem ir ao terceiro andar) e, levando em consideração o estreitamento da mesma, o grupo decidiu propor a criação de um deck de observação.
O projeto, polemico e visionário, aumenta a área do terceiro andar em 300m2 e visa reestruturar os locais públicos de recepção e áreas de acesso da torre. O resultado é uma extensão temporária horizontal no terceiro andar.
O projeto é feito em carbono kevlar de alta performance, conexões de aço a metal retorcido. A estrutura da torre permaneceria intacta. A nova estrutura se relaciona de maneira mutante, com os mesmos princípios estruturais e ornamentais. É o crescimento da estrutura existente.
Para Serero, a estrutura é como se fosse um prolongamento do DNA da torre. O conceito estrutural está na não repetição das formas, melhorando a performance estrutural em oposição à engenharia moderna baseada na repetição e otimização.